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sexta-feira, 23 de julho de 2010

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O rei do pop ajuda multidões durante missão humanitária no Haiti.




Port-Au-Prince, Haiti – Michael Jackson está ajudando os soldados americanos no Haiti na distribuição de ajuda e reconstrução do país devastado pelo terremoto.

Soldados que estão trabalhando na 82ª divisão aérea em Port-Au-Prince estão usando a música de Jackson, juntamente com outros cantores pop americanos e haitianos, para acalmar as multidões durante as missões de distribuição de ajuda.
“Os haitianos estavam empurrando, tentando avançar na fila da ajuda", ele disse. “Eu conectei meu iPod no sistema de som e toquei algumas músicas , e as pessoas se acalmaram,” disse. “isso reduziu a tensão entre a multidão. No dia seguinte, saímos e tivemos o mesmo efeito." Max disse que sua unidade relatou aos líderes do Exército no Haiti sobre a capacidade da música de acalmar a multidão e que essa prática está se espalhando.

“Nós saímos em outra distribuição de comida recentemente e alguns (soldados) brasileiros apareceram e começaram a tocar música,” disse ele.

Quando as tropas tocaram “The Sweetest Girl”, do artista hip-hop Haitiano Wyclef Jean, pelos auto-falantes dispostos no teto de uma Humvee (caminhonete militar) durante uma missão na semana passada, Haitianos responderam cantando e dançando junto com a música.
Max nem pensa em tocar a música alternativa dos anos 90 que compôe a maioria das músicas em seu iPod.
“A maioria das músicas com uma batida lenta, faz os Haitianos fazerem um sinal com a mão,” disse ele, fazendo o gesto com os pulsos cruzados. “Isso quer dizer que eles não querem ouvir aquela música e sim pular para a próxima. ”
As músicas de Michael Jackson são, até agora, as mais populares entre as multidões, disse Max. Os Haitianos tentam imitar os passos de dança de Michael Jackson e incorporar alguns passos de hip-hop, disse ele.
O linguista, que cresceu no Haiti antes de se mudar para os Estados Unidos aos 19 anos, disse que Port-Au-Prince possuía muitas boates na época em que ali morou, nos anos 80, e até mesmo clubes de música após a escola, para as crianças.

A comandante da Marinha Americana Michele Hancock, uma especialista em planos e operações médicas especiais que dispôs suas tropas no Haiti no dia seguinte ao terremoto, disse que uma das mais tocantes lembranças da chegada ao lugar foi ouvir as vozes das mulheres cantando em uma distante vila à noite.
“É assim que eles expressam sua tristeza,” ela disse, acrescentando que pacientes que ela observou sendo tratados nos postos americanos frequentemente cantavam quando estavam em dor.
O uso da música pelos soldados no Haiti contrasta com o relatado uso de música alta para incomodar os prisioneiros de guerra no Iraque, em anos recentes.

Max disse que não sabe se essa prática de uso da música no Haiti pode ser utilizada no Iraque ou Afeganistão, mas disse:
“Acho que em situações de missões humanitárias de ajuda, onde as pessoas se aglomeram e precisam ser acalmadas, certamente seria muito útil.”





Bem, essa matéria é de março de 2010, mas eu achei importante registrar aqui.
Eu fiquei muito feliz em saber que estavam usando músicas nessa ajuda tão importante. E sabe do que mais? Fiquei muito orgulhosa. Não só por ter músicas tão boas, que confortam a alma, músicas do meu querido anjo e de muitos outros, mas pelo o que fizeram de verdade.
Eu acho que não é tarde pra falar sobre isso, e muito menos para esquecer. No Haiti, ainda há muitas pessoas que precisam de ajuda. A mídia pode ter se "esquecido", mas as pessoas continuando precisando de ajuda. Peço a Deus para que as protejam e abeçoe-as. Que também enviem mais corações dispostos a ajudar.




Annie.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Yoshiaki Hagiwara


Enquanto Michael estava na primeira parte de sua tunê no Japão - BAD World Tour -, em 1987, aconteceu uma enorme brutalidade, que infelizmente é um fato sem volta e nem concerto. O menino Yoshiaki Hagiwara, com cinco anos de idade, foi sequestrado e assasinado.

Michael ouviu sobre o pequeno menino antes de um concerto seu, e depois falou sobre isso durante a performace:

" — Eu sinto muito e estou profundamente triste ao ouvir sobre Yoshiaki. Se eu pudesse, eu correria para seus parentes para expressar as minhas palavras de solidariedade e homenagem ao Yoshiaki. Gostaria de dedicar a minha turnê Japonesa para Yoshiaki. Yoshiaki, eu sei que você está de fora nos observando. Espero que tal coisa brutal e devastadora nunca aconteça novamente. E eu te amo. " - Michael Jackson.


Um pequeno vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=RH-_p8G3N_E&feature=player_embedded




Eu não quero comentar sobre como ainda há alguém na terra que consiga dizer que ele era uma pessoa má, por mais que eu saiba que muitas pessoas desconhecem da verdade - e isso não é uma justificativa por todo o julgamento, acima de tudo.
O que quero dizer nesse momento, é que Michael Jackson é uma das mais importantes pessoas humanitárias que já passaram pela terra, com o objetivo de abrir os olhos daqueles que não enxergam, e lembrar os que se esqueceram que devemos nos preocupar com os nossos irmãos, e com a nossa casa; nossa terra. Acima de tudo, AMAR.
Deus, isso é tão importante...
Não quero fazer comparações sobre ele a alguma outra pessoa, quem fez o que e quanto fez, porque não preciso de comparações para demonstrar o quão grandioso é o seu coração. Eu o admiro muito por isso. Um gesto tão pequeno aos olhos de muitos, e tão grandioso no coração de quem consegue sentir o que é realmente importante na vida. Meu Deus, obrigada. Obrigada, Michael. Amo você.



Yoshiaki Hagiwara, você partiu muito cedo, eu sinto muito. Mas sei que você se tornou um lindo anjo, e isso conforta meu coração. Mesmo depois de tantos anos, dedico esse pequeno post em sua homenagem.

Annie.

domingo, 4 de julho de 2010

O porquê.

Uma garota que encontrou por acaso nas palavras borradas por uma caneta preta, um modo de expressar o que sente no coração e o que está refletido em sua alma.

A paixão pela escrita vem de muito cedo. Eu sempre consegui me expressar melhor escrevendo, do que muitas vezes falando. Até hoje é assim, na verdade.
Uma criança que teve milhares de diários. Apreciava as histórias dos livros e descobriu que naquelas entrelinhas, existem magia, mundos e realidades, irrealidades. Descobriu que as palavras podem ser tudo o que quiserem, e fazer tudo o que quiserem. Descobriu que sua vida precisava muito daquilo e a paixão pela escrita se aflorou, tanto quanto a paixão pela leitura e tornaram proporções enormes em sua vida.


Um dia, o caderno pareceu muito limitado. A mão canhota, muito de vagar. Todos aqueles pensamentos eram muito rápidos e se tornou praticamente impossível registrar tudo o que o meu coração queria demonstrar, sem deixar passar qualquer informação preciosa, afinal, e assim precisou muito mas do que um resumo; e sim de uma visão detalhista, sem pressa para concluir o raciocínio.

Talvez aqui você encontre muito dos meus interesses. Uma pequena porta entreaberta para as idéias de Annie.